sábado, outubro 13, 2007

do tempo que (não) passa

faz hoje quatro meses que fomos à aldeia, supostamente para nos despedirmos. mas a verdade é que eu me continuo a despedir todos os dias. a verdade é que continua a doer todos os dias.

este mês, não sei porquê, foi particularmente difícil. para além da saudade, a angústia e as terríveis recordações assombram-me os dias sem pré-aviso. e é no carro, de manhã, e à noite, quando me deito, que menos lhes consigo escapar.

e eu sei que a tristeza não vai nunca passar.

11 comentários:

  1. A tristeza não passa mas esbate-se. Passa a doer menos. Volta a ser possível recordar coisas com um sorriso nos lábios. E cada vez há menos dias maus. A lembrança é que, felizmente, não passa nunca! Beijos apertados prima linda

    ResponderEliminar
  2. passar não passa, apenas nos habituamos a viver com ela!
    bjs

    ResponderEliminar
  3. é tudo muito recente e para levarmos uma vida melhor temos de ter fé que essa tristeza vai dar lugar a boas recordações ...

    temos de aprender a viver assim, se bem que é tão dificil...

    ResponderEliminar
  4. Um abraço meu, daqui até aí

    ResponderEliminar
  5. Um beijinho do tamanho do Oceano que me separa de ti. Ás xs tenho pena de não te conseguir abraçar. Mesmo sem nunca te ter conhecido,nutro assim por ti uma coisa especial.

    beijinho.

    ResponderEliminar
  6. ... um dia vai doer menos.
    Um beijo carinhoso.

    ResponderEliminar
  7. parece que tem vindo a piorar, em vez de melhorar, o raio das memórias desse tempo insano, não é?... :o(


    abraço apertado, mana.

    @-,-'-

    ResponderEliminar
  8. é como a miduxe diz... não passa, habituamo-nos a viver com ela.

    beijo muito grande...

    ResponderEliminar
  9. Não passa, mas dói menos.

    Beijo grande

    ResponderEliminar
  10. passar, ela não passa...
    mas vai doer menos!

    ResponderEliminar
  11. E quando é muito recente parece que é mentira, há um sentimento de rejeição...
    Bjs

    ResponderEliminar