sexta-feira, março 21, 2008

nem sei que diga...

16 comentários:

  1. Filha de peixe sabe nadar...

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  2. Anónimo1:31 a.m.

    Isso não é verdade. As televisões é que junto com a notícia da miuda histérica que queria o telemovel, foram buscar um outro caso que aconteceu em Dezembro, em que nessa mesma escola a mãe de uma outra aluna ao ser chamada por causa do mau comportamento da filha, teve de sair lá com a policia porque agrediu o presidente do CE... Neste caso não aconteceu nada disso! Apenas avançaram que foi aberto um processo para com a aluna... são duas histórias diferentes, contadas na mesma notícia que andam a baralhar as pessoas!
    No entanto essa mãe embora não tenha agredido realmente o presidente, deve «agredir» e bem, a educação que dá à filha...

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  3. Nao digas nada e ensina sempre os teus filhos a respeitar toda a gente ,as crianças não são obrigadas a gostar de nós ,mas têm o dever de respeitar todos ,o que hoje em dia não acontece,as pessoas que trabalham no ensina são tratadas a baixo de cão .Um beijinho .

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  4. Nao digas nada e ensina sempre os teus filhos a respeitar toda a gente ,as crianças não são obrigadas a gostar de nós ,mas têm o dever de respeitar todos ,o que hoje em dia não acontece,as pessoas que trabalham no ensina são tratadas a baixo de cão .Um beijinho .

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  5. Concordo com a Ana. Eu já lá trabalhei e bati alegremente com a porta, assim que pude. Tenho um emprego não qualificado, mas não vivo angustiada.

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  6. Pois eu sei o que te diga: na minha linda escola é frequente em situações em que os telemóveis são confiscados (4 ou 5 vezes por aula, dia após dia) os pais irem para a escola fazer peixeirada e dizer que os professores tiraram os telemóveis aos filhos para fazerem chamadas e que os telemóveis estão com menos saldo. Por isso, e muito muito mais, nem me apetece comentar a histeria à volta de um filme que apenas mostra o que eu e muitos como eu já dissemos vezes sem conta.

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  7. Eu, naquele caso, talvez não me tivesse contido e tivesse enfiado uma galheta na tromba daquela marmanjona malcriada no momento em que ela me tocasse. Acabava-se a minha carreira docente logo ali. Por isso é que, quando andava na faculdade, fiquei-me por dar aulas a adultos em escolas de línguas.

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  8. Anónimo8:28 p.m.

    Vona
    Percebo perfeitamente o que diz a Rita.
    ATÉ HOJE consegui sempre resolver as "coisas". Tenho 59 anos e 35 de ensino e estou sempre a pensar: "Quando será comigo?"
    Também prefiro não comentar mais. Gostava de ver a D. Lurdes e o senhor Valter Lemos numa "empresa" daquelas.
    Beijos

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  9. Essa família devia ir para segurança de discotecas!
    LOL

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  10. Anónimo10:03 p.m.

    Pegas o selinho da Corrente De Forca ,no meu blog?

    Obrigada.

    Beijinhos

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  11. Desta não sabia... será verdade??

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  12. Realmente a educação neste pais vai de mal a pior..
    um bjnho.

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  13. Se me permitem opinar: conheço mais assim. E pobres professores. A educação começa em casa e, como diz a minha mãe, e passo a citar - dou-te uma palmada antes que me a dês, e antes chorares tu que chorar eu! Não advinho a minha reacção se um dia algum dos meus filhos fizer isto a alguem, mas boa não será para com eles, na certa!

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  14. Anónimo8:12 p.m.

    Só te digo que fiquei chocada ao ver o vídeo!

    Acho que naquela situação, assim que fosse agredida pela aluna agarrava-a por um braço e levava-a ao conselho executivo para que o presidente tratasse logo da situação... mas fico-me pela formação de adultos já para não correr riscos destes...

    É incrível a falta de respeito destes miúdos! Mas os exemplos provavelmente vêm de casa...

    O melhor que temos a fazer é tentar transmitir aos nossos filhos bons valores, correctos, em que se valorize o respeito pelos outros, a todos os níveis.

    Pois os nossos direitos acabam onde começam os direitos dos outros, e não temos só direitos, mas também deveres (o que é esquecido hoje em dia por uma grande maioria dos portugueses).

    Espero que o futuro nos sorria, porque da forma que isto está a "andar" a esperança de que isso aconteça começa a desaparecer...

    Beijocas,

    Lena

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